quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A BUSCA CONTÍNUA DA SUA MELHORIA

“Uma vez conhecido o caminho, sabendo qual o rumo tomar, só há uma medida depois: seguir.
Se o caminho é fácil ou difícil, claro ou escuro, pequenina ou larga estrada, isso não importa. Conta apenas o primeiro passo.

O primeiro é sempre mais difícil.

A caminhada é uma série de passos, um depois do outro, um de cada vez. Se se pára, perde-se o terreno porque se deixa de caminhar: logo, parar é perder. E, por menor que seja o passo, é sempre um avanço.

Nessa caminhada que cada um escolheu, tem-se uma missão que se deve cumprir, custe o que custar. Missão é compromisso.
Importa primeiramente que cada um se compenetre dela, para seguir, sem parar.

Haverá momentos da marcha, em que as forças diminuirão, a energia faltará e acharemos peso demais para os nossos ombros!
Mas suportaremos!

O quanto pode um homem lutar e resistir está além das suas próprias cogitações.

Nunca atingiremos os limites da nossa capacidade de enfrentar problemas.

Haverá sempre uma energia guardada que nem supúnhamos possuir!

O importante é não desanimar, não recuar, não parar. Dar sempre um passo à frente.

Avançar vacilando, titubeando, mas avançar.
Não importa o tempo que se leva e nem é preciso correr.
O tempo não conta. O que conta é o esforço feito, o passo que se deu, o terreno que se ganhou.
No caminho do bem, já está quem dá mais um passo.
Vale não parar”

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Lojista ganha isenção no aluguel de máquina de cartões de crédito

A gerente Ruth Zychar não perde tempo quando o assunto é diminuir os custos da loja de móveis e presentes na qual trabalha, no bairro de Santana, zona Norte de São Paulo. Um dia depois do fim da exclusividade entre Cielo e Visa no mundo dos cartões de crédito e débito, há cerca de três meses, ligou para suas credenciadoras para conseguir melhores condições. Eduardo Sadao Fujimori, dono de uma loja de armarinhos e outra de tecidos no bairro do Limão, também na Zona Norte da capital paulista, não foi tão rápido, mas também conseguiu seus descontos.

Foto: Guilherme Lara/Fotoarena

Quando soube da mudança nas regras dos cartões, Ruth negociou condições melhores para sua loja

Ruth e Eduardo mostram que a nova realidade no credenciamento de cartões de crédito e débito começa aos poucos a melhorar a vida dos donos de empresas de varejo. Tamanho do negócio e vontade de batalhar por custos menores são fundamentais nessa mudança. Ruth, que vende produtos maiores e mais caros, tinha uma máquina Cielo e outra Redecard. Manteve as duas, com descontos em ambos os casos.

“Tanto na Redecard, quanto na Cielo, eu pagava R$ 90 por mês pelo aluguel das máquinas”, conta a administradora. “Ao renegociar, consegui isenção na Redecard, em troca de um gasto mínimo de R$ 6 mil por mês nas compras, e isenção por seis meses na Cielo, sem contrapartida de gastos. Depois desse período, pagarei R$ 39 por mês.”

Ruth também teve descontos nas taxas de administração. As operações de crédito via Redecard caíram de 3,4% do valor total da compra para 2,8%. Na Cielo, a redução foi de 3,6% para 2,8%. A empresária optou por manter ambas as máquinas por uma questão de segurança operacional. “Às vezes, um cartão está momentaneamente fora do ar, então utilizo o outro sistema.”

Já Eduardo, donos das lojas de armarinhos e tecidos, tinha quatro máquinas, duas de cada empresa, e acabou ficando com apenas duas, da Redecard. “A Cielo não me ofereceu descontos”, afirmou. Por ter um negócio menor, o empresário também não conseguiu descontos no aluguel das máquinas, e paga R$ 82 por unidade, por mês.

Agora apenas com a Redecard, as taxas de administração no crédito parcelado para Eduardo caíram de 4,3% para 3,2%. No débito, a redução foi de 2,5% para 2,2% do valor da compra. “A negociação vale por dois anos. Nesse tempo, não posso mudar os termos”, disse.

Empresa procura cliente

Marcel Solimeo, economista-chefe e superintendente institucional da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), conta que a concorrência também está fazendo as empresas procurarem mais os clientes, oferecendo melhores condições. “A situação não vai mudar da noite para o dia, mas já há casos de renegociações com preços melhores para os comerciantes”, diz.

Segundo ele, muitos lojistas ainda estão esperando o fim do ano, com a chegada das vendas de Natal, para decidir o que fazer com suas máquinas. Antes, o comerciante precisava ter uma máquina da Cielo se quisesse passar a bandeira Visa, e outra da Redecard para Mastercard. Agora, qualquer máquina passa qualquer cartão. “Os comerciantes estão aguardando para ver. Alguns testam a possibilidade de manter duas máquinas, para facilitar o atendimento”, afirma.

Solimeo ficou satisfeito com as mudanças, mas acredita que o resultado mais importante do processo não é a queda de taxas, e sim o aumento da concorrência, com a entrada de novos operadores. “A maior barreira era física, era a criação de uma rede para atender todo o País. A flexibilização ajuda nesse caminho.”

Fonte: IG

Vendas pela internet do Extra e Ponto Frio crescem 61%

As lojas virtuais do Extra e do Ponto Frio, cujas operações já foram integradas pelo Grupo Pão de Açúcar, apresentaram um forte crescimento no terceiro trimestre deste ano. As vendas combinadas dos dois sites aumentaram 61,2% entre julho e setembro quando comparadas a igual período do ano passado.

Nos nove primeiros meses do ano, as duas pontocom acumulam um crescimento de 50,1% nas vendas e mostram uma taxa de expansão acima do mercado. De forma geral, o comércio eletrônico expandiu-se 40% no primeiro semestre.

Os números do Pão de Açúcar ainda não consideram a Casas Bahia, cuja pontocom será incorporada em novembro à nova unidade de negócios de comércio eletrônico criada pela companhia.

Classe C compra mais na internet

“O potencial de crescimento da loja virtual da Casas Bahia é muito grande. A classe C também já é hoje o maior comprador na internet”, afirma Hugo Bethlem, diretor executivo responsável pela área de relações com investidores do Grupo Pão de Açúcar.

A Casas Bahia só lançou seu site em 2009 e a sua pontocom ainda é bem menor que a do Ponto Frio e a do Extra, que foram pioneiros na internet no Brasil. Mas o site da varejista, que possui uma forte presença nas classes de renda mais baixa, é o que mais pode se expandir em 2011 e 2012 com a popularização do comércio eletrônico.

Quando anunciou a fusão com a Casas Bahia, o Grupo Pão de Açúcar também constituiu uma nova empresa de comércio eletrônico, batizada de Nova Pontocom, que reuniu as operações de internet das três redes: Extra, Ponto Frio e Casas Bahia. Essa nova empresa deve faturar cerca de R$ 2 bilhões em 2010 e estima-se que, deste total, a Casas Bahia não deve representar mais do que R$ 200 milhões.

Novo modelo de gestão

Segundo Bethlem, o Grupo Pão de Açúcar pretende mostrar, pela primeira vez, os resultados operacionais de sua operação de internet em seu balanço financeiro relativo ao terceiro trimestre de 2010, que deve ser divulgado na primeira quinzena de novembro. O negócio online passou a ser considerado como uma unidade à parte e sua gestão já é feita de forma independente.

O Grupo Pão de Açúcar apresentou em julho um novo modelo de gestão, no qual dividiu seus negócios em cinco áreas de atuação: varejo alimentar, “atacarejo”, varejo especializado (postos, drogarias e galerias comerciais); eletroeletrônicos e comércio eletrônico.

A empresa pretende começar a divulgar indicadores específicos para que os investidores tenham mais visibilidade sobre o real valor de cada uma de suas operações de varejo. A administração do grupo avalia que esse valor, no caso da internet, ainda não está completamente refletido nos preços de suas ações.

Visão dos analistas

Segundo relatório divulgado pela corretora Ativa, o crescimento dos sites foi um dos grandes destaques positivos do grupo Pão de Açúcar, que divulgou suas vendas no terceiro trimestre. “Os sites continuaram evoluindo bastante acima do mercado”, afirmam os analistas da Ativa, que mantêm recomendação de compra para as ações da varejista.

De forma geral, as venda do Grupo Pão de Açúcar ficaram em linha com as expectativas, tanto da Ativa como de outros analistas de investimento.

Fonte: IG

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Tecnologia não substitui gente capacitada

Geralmente as empresas destinam entre 1% e 3% da receita anual para projetos de tecnologia. Não há dúvida de que à indústria de TI – e seus acelerados avanços – pode ser atribuída grande parte do sucesso e do crescimento da economia mundial. Mas há que se considerar que nenhuma tecnologia é boa o suficiente se atrás dela não houver pessoas capacitadas.

Nos últimos 50 anos o mundo desenvolvido se sentiu desafiado a ganhar mais e mais produtividade. Chega a ser impressionante a velocidade com que o progresso bate à nossa porta, muito em função da tecnologia da informação e comunicação. Estamos ganhando uma velocidade de transformação e de criação ímpares.

Mas, analisando o capital humano que lida com tamanha evolução, percebemos que urgem mudanças estruturais nas empresas. É preciso capacitar às equipes de trabalho de modo que as pessoas sejam estimuladas a desenvolver mais suas habilidades de conhecimento, análise, intuição e criatividade.

A tecnologia da informação por si só não faz milagres. É preciso ensinar as pessoas a extraírem o melhor do contexto em que estão inseridas. Vejamos: determinada empresa investe na infraestrutura de rede, contando com uma estação de trabalho para cada vendedor/atendente. Investe, também, em aplicativos que permitem elaborar e transmitir orçamentos aos clientes em curto espaço de tempo. Entretanto, ao não capacitar sua mão de obra apropriadamente, se arrisca a perder aquele cliente que faz contato por telefone – na esperança de que um profissional especializado compreenda suas necessidades e possa contribuir para a realização de uma compra acertada.

Enquanto o colaborador se preocupa com a 'formalização', o cliente se frustra porque não conseguiu obter 'informação'. No âmbito das pequenas e médias empresas, esse tipo de relacionamento mal resolvido é muito comum, gerando insatisfação. O cliente se queixa do vendedor que, por sua vez, se queixa do sistema que trouxe consigo mudanças no atendimento. Imagine o quanto seria melhor se o vendedor/consultor pudesse destinar cinco minutos daquele dia para ouvir o cliente, compreender como poderia atender àquele pedido de modo que resultasse numa equação 'ganha-ganha', em que todos saem satisfeitos.

Numa outra situação, uma fila de pacientes aguarda – com cara amarrada – a volta do sistema, que 'saiu do ar'. De repente, os mesmos atendentes que até bem pouco tempo colhiam dados do paciente, transcrevendo tudo para o papel e repassando depois para os médicos e para a administração, sentem-se incapazes de resolver qualquer coisa que dependa do acesso ao computador. Não fazem isso por vontade própria, é claro. Mas porque faltou à direção da empresa capacitá-los para que desenvolvessem o senso de oportunidade e improviso. Preferem, também nessa situação, arriscar o relacionamento com o cliente.

Não se pode duvidar que a tecnologia nos dotou de velocidade suficiente para atender às demandas da nova economia. Mas é preciso aguçar o senso crítico e perceber que a tecnologia, por mais avançada que seja, ainda não substitui a tomada de decisão dos seres pensantes que fazem uso dela. O sucesso não vem fácil, mas chegará mais rapidamente se os empreendedores privilegiarem seus colaboradores e incentivarem o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas e comportamentais.


Adriano Filadoro - diretor de tecnologia da Online Brasil, empresa com 17 anos de atuação na indústria de TI, com foco em Data Center Inteligente.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

72,7% dos eleitores já definiram voto para presidente, diz pesquisa

Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira mostra que 72,7% dos eleitores brasileiros não estão dispostos a mudar seu voto para presidente da República até o dia das eleições, em três de outubro.

Do total de 2.000 entrevistados, 11,2% afirmaram que ainda não definiram o voto e outros 12,4% admitem que podem mudar de ideia até o dia da disputa --mas a ampla maioria já definiu seu candidato.

Entre os que admitem mudar de ideia, 3,1% dos eleitores afirmaram que seu voto será definido tendo como base os debates na TV. Aparecem em seguida os noticiários (2,9%), as entrevistas (1,7%) e os programas eleitorais (1,1%).

Os eleitores indecisos também levam em conta a opinião de amigos e familiares (3,2%), lideranças políticas (2,3%), lideranças comunitárias (1%) e lideranças religiosas (0,5%) na definição do seu voto.

A candidata do PV, Marina Silva, aparece na pesquisa como a mais lembrada para a segunda opção de voto (22,4%). O candidato José Serra (PSDB) aparece como segunda opção para 17,8%, enquanto Dilma Rousseff (PT), líder nas pesquisas, aparece em terceiro lugar como segunda opção de votos dos eleitores (16,8%).

Entre os motivos que levariam eleitores indecisos a escolher seu voto, o que aparece em primeiro lugar é a capacidade administrativa do candidato. Em seguida, a capacidade do candidato gerir programas, os argumentos de seu concorrentes, a inidoneidade do candidato e a perda do apoio político.

PROGRAMA

A pesquisa questionou os eleitores sobre a propaganda eleitoral dos presidenciáveis no rádio e TV.

O programa de Dilma aparece em primeiro lugar na aprovação dos eleitores, com o total de 32,5% que o consideram o melhor. Em segundo lugar está o programa de Serra, com aprovação de 15,9% dos eleitores, seguido por Marina, com 4,9%.

No total, 62,3% dos eleitores assistiram pelo menos em parte os programas eleitorais no rádio e TV. Outros 35% não assistiram e 2,7% não responderam.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 10 e 12 de setembro em 136 municípios de 24 Estados. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 29.517/2010.

Gabriela Guerreiro
De Brasília

(Folha Online)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Natal deve gerar 139 mil vagas temporárias, prevê entidade

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) prevê que sejam abertas 139 mil vagas temporárias em todo o país no comércio e na indústria até o Natal - 11% a mais do que no mesmo período de 2009, quando foram abertas 125 mil oportunidades.

Do total de vagas oferecidas, cerca de 30% deverão ser preenchidas por jovens em situação de primeiro emprego.

Segundo Jismália de Oliveira Alves, diretora de comunicação da entidade, 28% dos contratos poderão se tornar efetivos, o que representa 39 mil pessoas, 26% a mais do que no Natal anterior.

A pesquisa foi encomendada pela Asserttem ao Instituto de Pesquisa Manager (Ipema) e exclui estágios, terceirizados e contratos informais.

Para o presidente da Asserttem, Vander Morales, o aumento da renda familiar e a estabilidade da economia são os grandes responsáveis pelo otimismo do mercado.

Comércio e indústria
Em 2010, o comércio deverá ser responsável por 70% das vagas temporárias. Os maiores empregadores são as lojas de rua, supermercados e shoppings.

As mulheres deverão ficar com 45% das oportunidades e 75% das vagas devem ser preenchidas por pessoas entre 18 e 39 anos. As principais funções são de analista de crédito, atendimento, crediário, embalador, estoquista, etiquetador, fiscal de caixa e de loja, operador de telemarketing, papai noel, promotor de vendas, repositor e vendedor.

A remuneração média ficará entre R$ 650 e R$ 890, com direito a benefícios como transporte e refeição. Para se candidatar, é preciso ser maior de 18 anos e ter 1º grau completo.

Com 30% das contratações, as indústrias de alimentos, bebidas, brinquedos, eletrônicos, vestuário e papel prometem ser as principais empregadoras. Do total de vagas, 70% serão preenchidas por homens. Trabalhadores entre 18 e 39 anos ficarão com 80% das oportunidades.

Para conquistar um trabalho temporário na indústria, é necessário ter 2º grau completo. Segundo Jismália de Oliveira Alves, candidatos com qualificação em automação industrial, eletrotécnica, mecatrônica, química, informática, segurança do trabalho, administração e secretariado terão mais chances.

As principais funções são auxiliar administrativo e financeiro, motorista, nutricionista, operador de empilhadeira, operador de máquinas, técnico em manutenção industrial, técnico em segurança trabalho, auxiliar de laboratório e auxiliar de serviços gerais.

A remuneração média ficará entre R$ 800 e R$ 1.100, com direito a benefícios como transporte e refeição.


Matéria Publicada no Site Globo.com